De todas as noitadas destes dois companheiros de brutas cadelas, noites de corte e costura, veneno na ponta da língua e companhias indesejáveis, nasce este novo conceito.
ODEIO
Sinceramente, odeio muita coisa. Há dias mais críticos que outros, hoje não está mau. Por exemplo, hoje odeio pessoas com narizes grandes. Não é horrível olharmos para alguém e sermos de imediato interceptados pelo seu enorme nariz? Odeio. E pessoas de cabelo rapado? Não comento, se pensam que é mau, depois de as conhecerem então, esqueçam. Pseudo-intelectuais, por favor, desapareçam da face deste planeta. Não há paciência. E pessoas que cospem para o chão. E pessoas que falam TÃO alto no meio da rua. E pessoas que estão num autocarro completamente vazio e se vêm sentar ao meu lado, é o TERROR. Odeio pessoas que não gostam de futebol, não merecem viver. E que não gostam de cerveja, também. Anti-sociais, fechem-se em casa e não chateiem ninguém sfv. Odeio quem não tem facebook. E quando mando mensagens e não me respondem, ou não me atendem o telemóvel. Têm um para quê? Sempre é giro e tal, dá para a pausa. Odeio o Domingo, por acaso. Odeio que me ignorem. Quem não gosta de mim já sabe qual é a chave do seu paraíso, não me passem cartão. Prefiro que digam que me odeiam a não me ligarem nenhuma. ODEIO sapos e rãs. E grilos. E aranhas.
AH, e odeio quem não gosta de tremoços.
Peace, and love,
Rita
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