Um oi + uma besteira

Primeiro que tudo um OI a todos os queridos internautas/mero curiosos/que caíram na esparrela de vir a este bonito e aprumado antro de partilha de histórias sem fim. É verdade, são tantas e tão interessantes que como o meu caríssimo companheiro de vida já salientou, temos necessidade de as partilhar com o mundo (?!). Não, não iremos agradar a ninguém, ou muito poucos serão os que escaparão a esta teia de histórias e intrigas, ou apenas o "cortar na casaca" de que tanto gostamos (aquele meu riso maléfico).

[ah, e sem me esquecer peço já desculpa pelos erros ortográficos nos posts anteriores, mas depois de certas noites, há coisas que temos de desculpar aqui ao companheiro]

ORA, estes companheiros de vida fizeram a viagem das suas vidas este ano, duas belas e loucas semanas em terras de sua Majestade. E o que dizer, que histórias contar? Começava hoje por lembrar uma festa de aniversário de um vizinho, dj, (des)conhecido de algures da América Latina, um barbecue com meia centena de pessoas à porta de casa, onde um amigo chileno de quase 70 anos me conta como gosta de Amália Rodrigues (e do nosso vinho, claro, os pontos em comum ajudam ao desenrolar das conversas) e como traduzia os seus versos para espanhol e os cantava aos amigos. Um amor sem dúvida, e eu a desejar que o homem se calasse para ir raptar uma mísera SuperBock que caída dos céus apareceu naquela festa!! Mas não, lá estiquei o bracinho e voltei a agarrar-me à bela da Foster's, aquela cerveja tão maravilhosamente péssima que mesmo assim nos conseguia tirar a sede.

Ao mesmo tempo, esfumassava cigarro atrás de cigarro, marlboro claro, que isto vida de turista tem de ser mesmo assim, e passava a maravilhosa semana que nos acabaria com os dois volumes que levámos com todo o amor, e onde contámos os últimos 'pis possíveis para apanhar o bus para o aeroporto.. Parece triste não parece? Ora pois esfolem-se para terem uma viagem como esta.




Caríssimos, hoje por aqui me fico, que um café me espera algures no parque verde da várzea.
Como não?


Sempre com muito amor,

Rita

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